Ausência de filhos da terra na Alepe e Câmara dos Deputados é motivo de lamentação em Sessão Ordinária.

Em 10 de outubro, última quarta-feira, em Sessão Ordinária reuniram-se os Vereadores que compõe o Poder Legislativo local e consequentemente representam a camada popular para discutir necessidades sociais, assim como apresentar as principais demandas populacionais.

Aproveitando o ensejo, Vereadores da oposição ao governo local como Gilvandro Estrela, Marcelino Monteiro e Pitomba da Lotação somado aos Vereadores da situação governamental como os Vereadores Tenente e Euninho lamentaram a ausência de representação dos candidatos filhos da terra na Assembléia Legislativa do Estado e Câmara dos Deputados, ressaltando-se que Belo Jardim teve como candidatos Andréa Mendonça (DEM) obtendo 24.608 votos no Estado e Vinícius Mendonça 54.131. Ambos não lograram a cadeira pela regra do jogo do Sistema Proporcional, mais conhecido como Coligação. Outros Candidatos com menos votos conquistaram a vaga, pois com a última eleição podendo utilizar-se de partidos de aluguéis, crava mais uma vez uma disputa injusta para os candidatos aos cargos eletivos e aos eleitores que por muitas vezes e de forma indireta com o seu voto ajuda a eleger candidato diverso da sua escolha.

Dentre eles também há de se considerar o ex-Ministro da Educação Mendonça Filho (DEM), candidato ao Senado atingindo os seus 1. 302. 446 votos e que em sua recém passagem pelo Ministério trouxe um dos maiores investimentos para Belo Jardim que foi um campus da Universidade Federal Rural de Pernambuco-UFRPE, que diminuirá o fluxo de estudantes que se deslocam para outras cidades para estudarem, além de impulsionar a economia da cidade.

Também foi lembrado pelos nobres edis a importância dos trabalhos desempenhados pelos eternos e maiores líderes do Município Cintra Galvão e José Mendonça (in memoriam) enquanto eram detentores de mandatos eletivos.

Infelizmente, pela primeira vez desde 1966 quando José Mendonça assumia seu primeiro mandato como Deputado Estadual, a terra do Bitury fica sem voz representativa.


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